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Carlos Pereira toma posse como novo presidente da Cercimarante

Carlos Pereira assumiu, ao final da tarde de ontem, 21 de julho, o cargo de presidente do Conselho de Administração da Cercimarante, juntamente com os restantes órgãos sociais, para o quadriénio 2016-2019.
O engenheiro civil, de 48 anos, assume, assim, os destinos da Cercimarante, acumulando a função de presidente com a de diretor técnico do Centro de Formação e Reabilitação Profissional (CFRP) da Cercimarante, onde está há já 19 anos.
“Juntamente com a equipa que acaba de tomar posse, quero manter e reforçar o compromisso com a visão e a missão da Cercimarante, mas também com a herança do passado, com o presente e com o potencial legado para o futuro da Cooperativa”, assegura o novo presidente do Conselho de Administração.
Apesar de alguns constrangimentos resultantes da atual situação de crise e instabilidade que Portugal, a Europa e o mundo atravessam, Carlos Pereira acredita que será possível assegurar, e quem sabe melhorar, a qualidade dos serviços prestados. “Tudo graças aos investimentos e apostas efetuadas, ao longo da existência desta Cooperativa, quer através de apoios comunitários, designadamente o Portugal 2020, com o acesso a novos projetos que se traduzam na valorização dos nossos recursos humanos e físicos, na disponibilização de novos serviços para as pessoas com ou sem deficiência e, consequentemente, na melhoria da sua qualidade de vida”, refere.
De acordo com o plano de ação do Conselho de Administração disponibilizado a todos os cooperadores e colaboradores, para o quadriénio 2016-2019, a pretensão passa, nas palavras do novo presidente, por “dignificar a história e os resultados da Cooperativa, mas igualmente desenvolver o potencial que esta organização sempre demonstrou, durante os seus 36 anos”.
Neste mesmo plano de ação, estão implícitas três orientações políticas fundamentais e manifestas, e que estão ligadas à qualidade dos serviços e satisfação dos clientes, como máxima do trabalho a ser feito pela equipa dos novos órgãos sociais, assim como a inovação e melhoria contínua dos modelos de intervenção, dos serviços disponibilizados, numa lógica de identificação dos problemas e promoção de soluções, como também os desafios técnicos e financeiros identificados e definição de estratégias harmonizadas e flexíveis, que garantam que as oportunidades sejam aproveitadas e os recursos sejam usados de forma racional.
“Consideramos imprescindível continuar a assegurar as respostas existentes para as pessoas com ou sem deficiência e incapacidade, em situação de dependência ou exclusão social, enfatizando que somos uma Cooperativa prestadora de serviços diversificados, a pessoas maioritariamente desfavorecidas, e com capacidade demonstrada para dar respostas contínuas às necessidades detetadas, promovendo soluções eficientes, eficazes e com qualidade”, realça Carlos Pereira.
A visão estratégica apresentada pelo novo Conselho de Administração foi delineada, segundo o presidente, tendo em conta “os novos desafios que se colocam” às entidades prestadoras de serviços sociais. “Pretendemos que esta possa refletir, muito além da crise, os fundamentos da Cercimarante presentes nos seus estatutos, missão, visão, valores e políticas que definem as linhas mestras da sua atividade, estruturando a construção da sua identidade e o reforço da sua cultura organizacional, considerando a pessoa humana como o primeiro e o mais elevado de todos os valores prevalecentes sobre todos os demais interesses, permitindo alcançar níveis eficazes de impacto dos serviços, contribuindo para uma sociedade mais aberta e inclusiva”, conta o novo presidente da Cercimarante.
Para um futuro próximo, a Cercimarante tem já preparada uma nova resposta social, que passa pela entrada em funcionamento da “Intervenção Precoce”.
Ao mesmo tempo, Carlos Pereira sublinha que irão continuar a encetar esforços para concretizar um objetivo antigo, e que diz respeito à abertura de uma Unidade Sócio-Ocupacional. 
 
Órgãos sociais para o quadriénio 2016-2019
O Conselho de Administração é, assim, presidido por Carlos Pereira, e a vice-presidência está entregue a Susana Mucha. Como secretário está Jorge Pereira e como tesoureiro está Rui Chantre. Seguem-se os vogais Telmo Medeiros Pinto, João Pedro Monteiro, Manuel Marinho, Eduarda Pinheiro e Natália Gonçalves, e como vogais suplentes, António Laranjeira Lima e Carlos Alves Costa. 
Já a Assembleia-Geral é presidida por Jorge Medeiros Pinto, seguido de Carla Macedo, como vice-presidente, e de Avelino Carmo, como secretário.
O Conselho Fiscal é liderado por José Maria Duarte, ao qual se juntam os vogais Manuel Mendes Cardoso e Alfredo Carvalho.